Pela limitação do Blogger, não pude colocar algumas ideias em pratica =( Vamos melhorar mesmo assim. Abraços a todos!!
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mirandamaster.com - O Linux no seu desktop

TÍTULO 3

TÍTULO 4

TÍTULO 5

Veja comparação entre os sistemas Linux e Windows

11/18/2011
ESTABILIDADE:


A estabilidade é uma das maiores virtudes do Linux. Sua arquitetura de processos é transparente. O kernel modularizado permite rodar processos com independência, e é raro que o sistema caia. É o sistema operacional líder absoluto nos supercomputadores.

O Windows alcançou um alto nível de estabilidade e confiabilidade, e o Windows 7 chegou para superar este padrão. A nova versão traz novos recursos de auto-reparo e monitores de desempenho.

USO DE PROCESSAMENTO E MEMÓRIA:

O Linux foi projetado para fazer uso inteligente dos recursos de qualquer máquina, funcionando tanto em máquinas com vários gigabytes de memória como em celulares com poucos kilobytes de capacidade. Tendo também a partição de swap (troca) em uma partição separada.

O Windows permite que programas de uso mais freqüentes sejam abertos mais rapidamente. Também é possível aumentar (de forma duvidosa) o desempenho do computador adicionando uma memória flash na porta USB. A swap é criada em um arquivo.

COMPATIBILIDADE COM PERIFÉRICOS

O ambiente reconhece a grande maioria de periféricos. A dificuldade está no acesso às frações de código, e parte dos dispositivos têm suporte de detecção e uso construídos à base de engenharia reversa. Embora nas ultimas versões do kernel, é possível fazer uma instalação quase que total dos periféricos atuais.

No Windows novos periféricos poderão ser atualizados através das atualizações automáticas. Não tendo exito, basta usar o driver fornecido pelo fabricante do hardware.

USUABILIDADE E AMBIENTE GRÁFICO

Estima-se que existam para o Linux cerca de 50 projetos de ambiente gráfico. KDE e GNOME são os destaques. São personalizáveis e bonitos, e possuem uma boa gama de softwares complementares.

O Windows mantem a mesma interface, porem melhorada nessas ultimas versões. Essa facilita o acesso e a visualização das informações, com os comandos e a usabilidade das versões anteriores do Windows.

MIDIA DIGITAL:

É um velho mito que o Linux não suporta uma série de formatos ou não possui softwares de edição profissional. Existe uma grande variedade de softwares do gênero, e que suportam todos os formatos de vídeo e áudio populares, DVDs, legendas, áudio e vídeo compactados etc.

O Windows possui diversos recursos para gerenciar mídias digitais. Com o Media Center é possível gerenciar fotos, música, vídeos, TV e internet de forma simples e fácil. Outros recursos como gravação de DVDs, criação e edição de vídeos e imagens são agora recursos nativos. Mas ainda assim existe a dificuldade para utilização de outros formatos de áudio e vídeo, que não sejam dos padrões da Microsoft.

INTERNET:

O Linux é muito mais seguro e confiável que outras plataformas. O crescimento do Mozilla Firefox e o uso dos padrões web pelos webdesigners têm sido as maiores contribuições para uma Internet mais íntegra e plural.

O novo Internet Explorer protege as informações do usuário contra ameaças virtuais com recursos que isolam o browser e impedem o acesso ao sistema. Mas mesmo em novas versões, o browser não consegue manter-se de acordo com os padrões web.

FERRAMENTAS DE ESCRITÓRIO:

Existem várias suítes de escritório realmente consolidadas para Linux, compatíveis com os documentos de várias outras ferramentas e com as mesmas funcionalidades.

A busca integrada do Vista auxiliará a reduzir o tempo gasto com a busca de informações. O Office 2007 também auxiliará as pessoas a trabalhar mais rápido e melhor.

JOGOS E ENTRETENIMENTO:

Vários jogos clássicos possuem "remakes" para Linux, e os mais novos podem ser rodados com ferramentas de emulação, que tornam possível que qualquer jogo para Windows seja executado normalmente no Linux.

O Windows é uma plataforma líder para jogos. No campo de entretenimento, o Media Center tem a função de centralizar todas as mídias digitais e TV.

PROCESSO DE INSTALAÇÃO:

Mesmo sem nunca ter ouvido falar de Linux, um usuário pode instalar um novo sistema completo e funcional em apenas 15 minutos. Os LiveCDs e LiveUSB's, possibilitam ao usuário testar o sistema sem precisar instalá-lo.

O processo de instalação do Windows foi bem facilitado, e mesmo possuindo uma mídia de instalação cinco vezes maior que a do Windows XP por exemplo, na sua ultima versão é instalado no mesmo tempo ou até mais rápido do que as suas versões anteriores.

CUSTO PARA O USUÁRIO FINAL:

O Linux é sempre mais barato à versão proprietária equivalente, pois o desenvolvimento colaborativo distribui os custos. O usuário final pode, então, desfrutar de um sistema tão completo quanto qualquer outro.

Para o Windows, os preços são divulgados ao lançamento de suas versões. Em suas ultimas versões, a versão Professional tem custado entre US$ 199 e US$ 299.

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Corrigindo o Bug 408252 do OpenSuSE 11.1

5/10/2009
Como sempre, nunca atualizo meu OpenSuSE logo após um novo Release, só ontem que resolvi instalar o 11.1 e ainda começando pelo notebook.
Tudo legal, boot mais rapido, placa de video problematica resolvido (SIS 671), wireless redondinho (apos compilar o kernel, lógico) tudo beleza ate a hora que fui "ripar" um CD, dava erro de permissão no dispositivo de CD/DVD.
Após muito tempo procurando uma solução, descobri no bugzilla da Novell que esse era um Bug na distro. Não consigo entender como pôde passar desapercebido um Bug tão óbvio, talvez ninguem tenha gravado algum CD ou DVD no periodo de testes :(
Mas tudo bem, a distro é execelente e a solução é bem simples. Vou apenas exemplificar o metodo citado no Bugzilla:

Como root, abra um editor de texto de sua preferencia e crie um arquivo de texto no diretorio /etc/udev/rules.d chamado 99-udev-defaults.rules com o seguinte conteudo:

99-udev-default.rules:KERNEL=="sr0", NAME="%k", MODE="666"

Salve o arquivo e reinicie o sistema, agora você poderá gravar seus CD' s e DVD's tranquilamente no OpenSuSE 11.1.


© Marcio Miranda
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Internet Explorer perde liderança na Europa para Firefox

4/01/2009

A Microsoft perdeu na semana passada a liderança do mercado europeu de navegadores pela primeira vez em anos. O Firefox 3, do Mozilla, assumiu a posição do Internet Explorer 7, informou a empresa de pesquisa StatCounter nesta terça-feira (31).

O Firefox 3, da Mozilla Foundation, tinha 35,05% do mercado europeu de software para navegação na internet na semana passada, seguido pelo Internet Explorer 7 com 34,54%.

"A mudança é parcialmente explicada por uma pequena troca do uso do Internet Explorer 7 pelo Internet Explorer 8, mas também pela crescente participação de mercado do Firefox 3", disse Aodhan Cullen, diretor-execeutivo da StatCounter, em um comunicado.

"Os números mostram que o Firefox está se aproximando e agora está apenas 10% atrás de todas as versões do Internet Explorer na Europa", acrescentou Cullen.

Em fevereiro, o Internet Explorer 7 teve uma participação de mercado de 41%, seguido pelo Firefox 3 com 24%, de acordo com a StatCounter.


Fonte: G1 Tecnologia

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Usando o ext4 no OpenSUSE 11.x

2/21/2009
Recentemente comprei um HD novo para meu PC e, como era pra substituir o de backup, resolvi testar o novissimo sistema de arquivos ext4. Como meu kernel está bem atualizado em relação ao default, pude me dar ao luxo de usar essa belezinha.
O ext4 está disponivel na sua versão estável à partir do kernel 2.6.28, então para que possamos usa-lo é obrigatorio (caso sua versão seja anterior) compilar/atualizar seu kernel para essa versão (ou superior) e habilitar o suporte ao ext4. (File systems/The Extended 4 (ext4) filesystem)
Para ter total aproveitamento das novidades do novo ext4, tive que atualizar as ferramentas de manutenção do file system, no caso o
e2fsprogs.

Como uso o OpenSUSE 11.0, o e2fsprogs nativo não era compativel com o ext4, então fui procurar um RPM para poder atualiza-lo e como não encontrei tive que baixar os fontes e compila-los, e depois com o checkinstall criar um pacote RPM para atualiza-lo.
Depois de feito o procedimento de atualização do kernel e da instalação do e2fsprogs, vamos criar partição no HD novo. Vamos primeiro identificar o HD:


# fdisk -l

Disk /dev/sdb: 1
000.2 GB, 1000204886016 bytes 255 heads, 63 sectors/track, 121601 cylinders Units = cylinders of 16065 * 512 = 8225280 bytes Disk identifier: 0x00000000


Indentificamos o dispositivo (/dev/sdb) , agora vamos criar a partição com o utilitario cfdisk:


# cfdisk /dev/sdb


Caso o HD seja novo (como o meu caso) , basta escolher a opção "New", depois escolher "Primary" e apenas pressionar "Enter" para indicar que vamos utilizar o espaço todo.
Com a partição criada, vamos em "Type" e digitar "83" (sem as aspas), para que a partição seja do tipo LINUX.
Depois disso, basta ir na opção "Write" e depois "yes" para gravar e depois em "Quit" para sair. Agora com a nova partição criada, vamos formata-la com o comando mkfs.ext4:


# mkfs.ext4 /dev/sdb1


Pronto. O HD novo já esta formatado com o novo sistema de arquivos ext4, agora precisamos montar a partição. No meu caso como usava o HD antigo no /home ficou assim:


# mount -t ext4 /dev/sdb1 /home


Para automatizar a montagem da partição, vamos editar o arquivo /etc/fstab (como root) e inserir a seguinte linha:


/dev/sdb1 /home ext4 defaults 00

OBS: Não usei o Yast para esse fim porque ele não reconhece o ext4, pelo menos no 11.0 não reconhece.

Salve o arquivo, reinicie o sistema e pronto.






O que percebi foi o aumento da velocidade na transferência de arquivos. Mas existe mais vantagens sobre o ext3:

File system Gigante;
Melhorias na pré-alocação;
Tempo de alocação extendido;
Maior números de subdiretórios;
Checksum para o Journaling;
Desfragmentação On-Line;
Ferramenta
Undelete;
Checagem rápida do file-system.


Mais detalhes em http://www.guiadohardware.net/artigos/ext4/


© Marcio Miranda
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Acessando o Servidor X remotamente em uma rede Linux

11/12/2008
Como foi dito no artigo anterior, é extremamente facil configurar o X Window System para ser acessado remotamente. Embora fizemos o procedimento para ser acessado de um terminal Windows, de um terminal Linux ainda é mais facil fazer o acesso.

Vamos criar o seguinte ambiente: Temos um servidor Linux (openSUSE 11) e precisamos configurar a estação Linux para acessar o X Window System desse servidor.
Vamos montar uma estação bem antiga, com poucos recursos pois (como ja foi dito no artigo anterior) o processamento será feito no Servidor e não na estação.
Para montar a estação, peguei algumas sucatas aqui no meu laboratorio e o resultado foi um celerom 300 MHZ, 128 MB ram (1 pente 64 MB + 2 de 32 MB), rede Realtek PCI 8139, motherboard XCell 2000, HD 2.1 GB. E instalei o (saudoso) Conectiva 8.


Alguém se lembra?

Uma das vantagens de acessar o X em uma rede Linux é não ter que instalar nenhum programa adicional, usaremos apenas um terminal para fazer o acesso remoto. Em quase todas distribuições Linux já vem configurado por padrão acessar, através do modo texto, até 6 terminais.



Agora vou abrir o terminal 1 no Conectiva 8 e digitar o seguinte comando: X :1 -query 192.168.1.3
Onde:
:1
= terminal usado para fazer o acesso remoto.
192.168.1.3 = numero de IP do servidor.

Resultado: meu desktop no Conectiva 8.




O resultado de tudo isso é mostrar a viabilidade do Linux. Digamos que você tenha uma aplicação em algum servidor Linux e que todas as outras estações precisam executá-la, você pode configurar para que as estações acessem o X Window System desse servidor sem comprometer os recursos do terminal. Sem falar na economia de hardware, pois, os terminais podem ser montados com hardwares que praticamente não servem para nada. Basta ter recursos suficientes no servidor para suportar os terminais conectados a ele.



© Marcio Miranda
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Acessando o Servidor X remotamente em uma rede Windows

11/08/2008
Recentemente tive a necessidade de montar um servidor de arquivos Linux para um cliente e, por questão de economia, o servidor não deveria ter monitor. A principio quando fosse fazer alguma manutenção, teria que ligar um monitor ao servidor mas isso seria extremamente trabalhoso. Daí pensei: Porque não acessar o servidor de um terminal?

A rede era composta de 7 terminais com Windows XP e um servidor de arquivos Linux (openSUSE 11.0) no ambiente KDE.

As configurações embora muito simples, trazem um resultado bastante satisfatório. Algo semelhante no mundo Windows seria o Terminal Server ou algo parecido com o VNC, porém a versatilidade do
X Window System é insuperável.
A grande vantagem do X Window System é que ele pode ser Cliente/Servidor, ou seja: Ele pode ser executado tanto localmente como remotamente. Digamos que você tenha uma aplicação em algum Linux que todas as outras estações precisam executá-las também, você pode configurar para que estas estações acessem o Servidor X onde está esta aplicação. As estações podem funcionar apenas localmente, remotamente ou das duas formas. Quem vai determinar isso é o administrador.
Pegando como exemplo uma estação antiga, com poucos recursos, pode ser configurada para acessar o ambiente gráfico num Servidor X Window System sem comprometer seus recursos, pois o processamento é feito no Servidor e não na estação.

Vamos ficar apenas no ambiente citado, 7 terminais XP e um servidor Linux. Nessa primeira etapa, nosso trabalho se resume em alterar no servidor Linux (como root) apenas 2 arquivos: O Xaccess e o kdmrc.

Vamos editar primeiro o arquivo Xaccess que se encontra no diretório /etc/X11/xdm/. Com um editor de textos de sua preferência, apague o comentário ( # ) das seguintes linhas:

#any host can get a login window

*CHOOSER BROADCAST #any indirect host can get a chooser

Algo assim:

Salve o arquivo. Agora vamos editar o arquivo kdmrc que se encontra no diretório /opt/kde3/share/config/kdm. Enquanto buscava informações na web de como fazer esse procedimento, vi varios exemplos do arquivo kdmrc, porém no openSUSE 11.0 esse arquivo não tinha as mesmas opções de configurações, daí pude perceber uma copia de backup desse arquivo (kdmrc.bak) no mesmo diretório. Não entendi porque dessa copia, até então não tinha feito nenhuma alteração no kdmrc, isso deve ser alguma “arte” do yast.
Sabendo disso, vamos renomear o arquivo kdmrc para kdmrc~ ou kdmrc.old depois renomear o arquivo de backup kdmrc.bak para kdmrc. Com um editor de textos de sua preferência, procure a sessão Xdmcp, apague o comentário ( # ) na linha Enable=false e mude para Enable=true.

Salve o arquivo, reinicie o X (Ctrl+Alt+Backspace). Pronto, no servidor Linux esta terminado as configurações.

Para acessar o servidor através do Windows, temos que instalar o software Xmanager (muito pratico na minha opinião). Depois de instalado, execute o programa Xbrowser.

Embora tenha feito todo esse procedimento na empresa do cliente, esse texto foi elaborado em meu laboratório. Então tive a curiosidade de colocar mais uma maquina Linux na rede, provando assim que é possível usar esse tutorial em qualquer distro desde que use o KDM como gerenciador de login padrão. A distro usada foi o CentOS 5.2 que basicamente só muda a localização dos arquivos de configuração (ambos em /usr/share/config/kdm).

Tela do openSUSE no terminal XP:


Agora o CentOS:


O resultado de tudo isso foi criar a possibilidade de manter o servidor em um local seguro e livre de monitor, mouse e teclado. Realmente em termos de acesso remoto (em uma lan) no Linux essa foi a melhor ferramenta que já usei, leve, pratica e eficiente. E o melhor: ferramenta nativa do sistema ;) .



© Marcio Miranda
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London Stock Exchange parada por falha no sistema... get the facts?

9/10/2008
A Bolsa de Valores de Londres (LSE) sofreu a pior falha em seus sistemas em oito anos nessa segunda-feira, forçando a terceira maior bolsa de valores do mundo a suspender negociações por cerca de sete horas.
A causa exata do problema ainda é desconhecida e provavelmente jamais será esclarecida.


Interessante que a Microsoft no final de 2006, lançou uma enorme campanha afirmando que a London Stock Exchange havia optado pelo Windows em vez do Linux por questões de confiabilidade. Essa não é a primeira vez que o sistema Infolect – baseado em .NET, MS-SQL e Windows Server – apresenta falhas. Em setembro de 2007, a bolsa de Londres foi atingida por problemas de conectividade quando três gateways Infolect não suportaram a demanda.
Opinião bem oposta tem a NYSE (bolsa de valores de Nova York) que usa Linux e AIX há mais de um ano sem qualquer parada.

"Queremos respostas quanto à forma como isso aconteceu, e garantias de que não aconteça de novo" disse Angus Rigby, diretor executivo da corretora TD Waterhouse.

Fonte: Reuters


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Sua Certificação em Linux: O Bicho Papão virou um gatinho!

9/02/2008

Seguir uma carreira de tecnologia em Linux pode parecer muito difícil, mas isso passou a ser coisa literalmente do passado. As ferramentas de administração, interfaces de instalação, monitoração e gerenciamento mudaram muito ao longo dos anos, fazendo com que o Linux começasse a perder aquela aparência de monstro intocável, que somente os "ninjas " da área de TI poderiam operar.

Esse investimento em uma interface amigável foi fundamental para que o Linux saísse dos laboratórios fundo-de-quintal e passassem a fazer parte do dia-a-dia de milhares de empresas ao redor do planeta. E isso só tende a crescer mais e mais. Todo esse caminho se resume a uma palavra: Maturidade.

E Então? que tal incrementar seu currículo com uma boa certificação Linux e sair na frente? aqui vai algumas dicas:
A primeira coisa que você deve considerar é se vai querer fazer um caminho em sua carreira Linux voltado para certificações de uma determinada indústria ou partir para uma carreira em Linux "neutra". É chamada de neutra devido a certificação não estar atrelada a um determinado fabricante, como as certificações emitidas pelo LPI (Linux Professional Institute). Veja abaixo o resumo de alguns programas de certificação que permitem construir uma carreira consistente em Linux:


Fabricante : Red Hat

A Red Hat Linux oferece certificação em 6 categorias:

Red Hat Certified Technician (RHCT) - Recomendado para técnicos que configuram sistemas baseados em Red Hat Linux, preparando-os também para trabalharem em rede. Os técnicos são submetidos a meio dia de exame em laboratório.

Red Hat Certified Engineer (RHCE) - Esta certificação é para administradores de sistemas baseados em Red Hat Linux em nível avançado. Os candidatos a essa certificação são submetidos a um dia de exame em laboratório, cujo exame é constituído por um teste escrito, configuração de servidor e conectividade de redes e laboratório de diagnóstico e troubleshooting.

Red Hat Certified Architect (RHCA) - Essa certificação exige do candidato habilidades de planejar, gerenciar e desenhar uma infra-estrutura de código aberto em grandes e complexos ambientes.

Red Hat Certified Security Specialist (RHCSS) - Os candidatos devem passar em 3 exames que abrangem a utilização do Red Hat Interprise Linux, SELinux e Red Hat Directory Server.

Certificados de Expertise - Provê uma série de especializações para profissionais certificados RHCE.

Red Hat Certified Datacenter Specialist (RHCDS) - Esta certificação testa a habilidade profissionais em implementar soluções baseadas em Red Hat Linux em ambientes de alta criticidade, como os datacenters.


Fabricante: NOVELL

Novell Certified Linux Administrator (CLA) - testa a habilidade em administração de servidores baseados em SUSE Linux Enterprise Server.

Certified Linux Desktop Administrator (CLDA) - testa a habilidade em instalar , configurar e gerenciar desktops baseados em SUSE Linux Enterprise Desktop em uma rede corporativa.


LPI - Linux Institute Professional

LPIC-1 - Nível básico para formação de um administrador júnior
LPIC-2 - Capacita um administrador pleno, tendo como requisito a LPC-1
LPIC-3 - Capacita o profissional de nível administrador sênior, podendo ainda fazer mais de uma prova para se especializar em determinada área.

Mas devo escolher uma certificação neutra ou baseada num fabricante?

Aí depende se você já está trabalhando ou não. Caso esteja e sua empresa atue com uma distribuição de Linux baseada num fabricante específico, siga esse caminho em sua certificação, pois assim você tirará melhor proveito do canudo.

Caso contrário, seja abrangente, escolha uma certificação neutra. Veja em onde estudar sobre os centros de exames que disponibilizam provas para as certificações Linux apresentadas acima e os links das empresas e organizações para maiores informações como preços dos exames, centros de treinamentos autorizados, abrangência dos exames, fóruns e muito mais.


Fonte: Vinicius Nogueira


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Instalando webcam Microdia no OpenSuSE 11

8/07/2008
Resolvi depois de algum tempo instalar uma webcam no meu pinguim. Comprei uma Dr.Hank de 1.3 mega pixels (até boa de resolução) mas para minha tristeza ela não era compatível com o Linux.




Na realidade o nome do dispositivo é Microdia e essa dificuldade no Linux é pura e simplesmente porque o fabricante não disponibiliza o driver para Linux, somente para Windows.
Mas não vamos chorar por isso, está disponível um driver criado pela comunidade para esse dispositivo e vamos instala-lo agora.

Primeiro certifique-se do nome do seu dispositivo, para isso abra um console e digite lsusb

miranda@linux:~> lsusb
Bus 002 Device 001: ID 1d6b:0001 Linux Foundation 1.1 root hub
Bus 001 Device 002: ID 0c45:627b Microdia PC Camera (SN9C201)
Bus 001 Device 001: ID 1d6b:0002 Linux Foundation 2.0 root hub

Vemos que o segundo dispositivo é uma Microdia PC Camera modelo SN9C201 exatamente o modelo da foto acima. Agora vamos baixar o driver:

http://repo.or.cz/w/microdia.git


Por questões obvias (por ser mais atuais) procure sempre as opções com as datas mais recentes e clique na opção snapshot .
Apos baixar o arquivo eu mudei o nome dele para microdia.tar.gz para poder facilitar o aprendizado. Agora abra um console novamente e acesse a pasta onde você baixou o arquivo e vamos descompacta-lo.

tar -xzf microdia.tar.gz

Vai criar uma pasta chamada microdia, ainda no console acesse essa pasta:

cd microdia

Agora como root (su + senha do root) digite make.

Esse procedimento é bem rápido, após isso vamos copiar o arquivo microdia.ko (que foi gerado após o make) para o diretório /lib/modules/"uname -r"/kernel/drivers/media/video onde uname -r é o comando para descobrir a versão do seu kernel, veja meu exemplo:

cp microdia.ko /lib/modules/2.6.26.1-miranda/kernel/drivers/video

Reinicie o sistema e pronto.
Para testar usei o Kopete pois foi (na minha opinião) o que tem melhor suporte para webcam, seguido do Skype.







É isso ai. :)
Acredito que essa dica sirva para as demais distribuições Linux.


© Marcio Miranda
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Melhorando a aparência das fontes TrueType no Linux

6/28/2008
Ao atualizar meu sistema a um tempo atrás percebi que as fontes ficaram estranhas, não entendi ate então porque era a mesma fonte que sempre usei há anos. Como tinha que culpar alguem culpei logo a distro mas depois descobri que a culpa não era dela e sim de uma falta no componente de renderização de sub-pixel do FreeType.



clique nas imagens para ampliar

Na realidade esse componente funciona, só é desabilitado por padrão por causa da Apple que alega violação de patente (pra variar) mas a solução é fácil e rápida, vamos lá:

Vamos baixar os fontes da ultima versão do freetype (atualmente é a 2.3.6). Após descompacta-lo será gerado o diretório freetype-2.3.6. Agora vamos editar o arquivo ftoption.h que se encontra no diretório freetype-2.3.6/include/freetype/config e alterar a seguinte linha:



Vamos apenas apagar o /* que antecede o #. Vai ficar assim:



Isso mesmo, vai ficar verde :) agora salve o arquivo. Agora vamos compilar o freetype normalmente com o tradicional ./configure depois o make e depois (como root) o checkinstall para criarmos um pacote RPM do freetype.
Apos esse procedimento, vamos atualizar o freetype original pelo novo pacote gerado:

rpm -Uvh freetype-2.3.6-1.i386.rpm


Caso mostre alguma dependência basta inserir o --nodeps apos o nome do pacote.

rpm -Uvh freetype-2.3.6-1.i386.rpm --nodeps


Reinicie o X (Ctrl+Alt+Backspace) e veja a diferença nas fontes.



Usei esse procedimento no OpenSuSE 10.2, 10.3 e por ultimo no 11 e funcionou perfeitamente. Não testei em outras distros, porém acredito que a dica sirva para todas.




© Marcio Miranda
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