13.1.14

Iniciando o openSUSE em modo texto



É fato que não é viável manter o servidor X em nenhum servidor Linux, e seja lá qual for a distribuição, de preferência que ele nem esteja instalado. Os motivos são vários, um dos motivos é a economia de recursos e consequentemente uma melhor fluidez no servidor. Porem em alguns casos se torna necessário manter o X ativo, ainda mais quando os usuários da rede tem necessidade de fazer algum tipo de consulta no servidor, visto que dificilmente conseguiriam faze-lo em modo texto.

Então ai vai uma dica rápida e fácil para quem usa o openSUSE como servidor (ou qualquer outra distribuição que use o systemd) e quer manter o servidor X instalado mas usa-lo apenas quando necessário.
Vamos abrir um terminal como root e fazer um backup do arquivo default.target que se encontra no diretório /etc/systemd/system/

mv /etc/systemd/system/default.target /etc/systemd/system/default.target.bak

 Agora vamos criar um link simbolico do arquivo multi-user.target que se encontra no diretório /usr/lib/systemd/system/  no diretório  /etc/systemd/system/ com o nome default.target


 ln -s /usr/lib/systemd/system/multi-user.target /etc/systemd/system/default.target

Pronto, feito isso após o boot a tela de login sera algo parecido com isso:


Caso queira entrar no modo gráfico, basta digitar o nome do usuário e a senha e em seguida digite o comando startx que automaticamente irá iniciar o DE.
Caso queira desfazer também é fácil, basta substituir o link simbólico criado pelo original com o seguinte comando:

mv /etc/systemd/system/default.target.bak /etc/systemd/system/default.target



29.7.13

Inicialização rápida do LibreOffice no Linux


Quem já usou o LibreOffice no Windows pode perceber uma diferença absurda na velocidade de inicialização em relação ao LibreOffice no Linux. Essa diferença existe porque no Windows o LibreOffice tem um carregamento prévio durante a inicialização do sistema, armazenando parte dele na memória. Com isso o carregamento é quase instantâneo.

E isso não é nenhum bicho de sete cabeças, por padrão na instalação do LibreOffice no Windows é carregado na inicialização um pequeno arquivo chamado quickstart  arquivo este também existente na instalação do LibreOffice para Linux. E então porque no Linux ele inicia muito mais lento?
Até algumas versões anteriores existia a opção de carregamento durante a inicialização (se não me engano nas versões 2.x) porem nas versões mais recentes do LibreOffice para Linux essa opção foi retirada. Então o que fazer? Vamos colocar o tal de quickstart  para carregar previamente durante a inicialização!!

No openSUSE basta basicamente invocar o comando /usr/lib/libreoffice/program/soffice.bin --quickstart porem ele executa somente em uma instância, o que não seria muito pratico invoca-lo toda vez que fosse usar o LibreOffice. A solução seria tornar esse comando ativo enquanto o sistema estiver em uso. A solução é relativamente simples, vamos criar um script com o seguinte conteúdo:

#!/bin/sh
#
# Inicialização rápida do LibreOffice
#

while :
do
/usr/lib/libreoffice/program/soffice.bin --quickstart
done


Copie e cole no editor de textos de sua preferência e salve com o nome quickstart.sh (ou baixe ele aqui). Depois dê permissão de execução (chmod +x quickstart.sh). Se seu sistema for mono-usuário salve em sua home mesmo, caso contrario salve no /opt como eu fiz.
Feito isso agora precisamos criar um atalho desse script que será carregado durante a inicialização do KDE (ou qualquer outro DE). Para tal, basta acessar o menu K / Configurações do sistema / Inicialização e desligamento / Iniciar automaticamente e depois clicar em Adicionar programa (e não em Adicionar script) e procurar o caminho do script. No caso ficará assim:




Praticamente é só isso, agora reinicie o KDE e depois verá que o LibreOffice terá uma abertura quase que instantânea. Nem sequer o splash irá aparecer.
Para quem não usa o KDE ou quer simplesmente fazer esse procedimento no modo texto, segue a dica: (console como root)

mkdir /opt/LibreOffice

wget https://dl.dropboxusercontent.com/u/15983230/quickstart.sh /opt/LibreOffice

chmod +x /opt/LibreOffice/quickstart.sh

Agora como usuário comum:

wget https://dl.dropboxusercontent.com/u/15983230/quickstart.sh.desktop ~/.config/autostart/

Reinicie seu DE e veja o resultado.

Abraços!

16.2.13

Instalando o Steam no openSUSE


Finalmente a promessa virou realidade: A Valve disponibilizou a versão estável do cliente Steam para Linux. 
Agora os usuários do pinguim poderão usufruir de alguns títulos  como os famosos World of Goo, Half-Life, Serious Sam 3, World of Goo e Team Fortress 2. Sendo que esse ultimo por enquanto permanece gratuito na nova plataforma.

Embora mesmo sendo criticado por alguns como sendo uma plataforma inviável para jogos, esse lançamento é a prova de que o Linux deixou a muito tempo essa postura de que é plataforma somente para servidores. 
Mesmo a Valve tendo demonstrado sua preferencia pelo Ubuntu, isso não impede que nós usuários do openSUSE não possamos desfrutar desse  sistema de distribuição digital de jogos.

Primeiro passo é fazer o download do instalador que, como foi feito para o Ubuntu, está no formado deb. Feito isso, vamos convertê-lo para o formato rpm através do alien com o seguinte comando (como root):

./alien.pl -r  steam_latest.deb

Ou se preferir faça o download do instalador em rpm aqui

Depois vem a instalação do pacote:

rpm -ivh steam-1.0.0.28-2.i386.rpm

Logo após a instalação será criado um atalho na área de trabalho, após clicar nele será feito um pequeno download.


Finalizando o download, aceite o contrato de instalação.


Logo em seguida virá essa tela pedindo a senha do root para instalar alguns pacotes. Ignore-a!


Próximo passo, criar uma conta.


Aceitar outro contrato...


Haja contrato!


Agora que realmente vamos iniciar a criação da conta onde devemos dar um nome para conta Steam e criar uma senha.


Agora digite um email valido e crie uma resposta secreta.


Aguarde um pouco enquanto o processo de criação da conta esta em andamento. Não demora muito e logo aparece a tela de confirmação da sua conta Steam.



O ultimo passo agora é confirmar o email para validar sua conta. Aparecerá essa mensagem  na tela inicial do Steam.



Após o recebimento do email e a sua confirmação, o seu cliente Steam estará totalmente instalado no seu openSUSE.



Divirtam-se!

12.1.13

Atualizando automaticamente o Firefox no Linux


Se tem algo que espero ansioso é pelas novas versões do Firefox. E ter que esperar pela distribuição disponibilizar o pacote atualizado, um dia sequer de espera já significa tempo demais.
E sem falar que é muito mais confortável atualizá-lo automaticamente sem ficar abrindo gerenciador de pacote, senha de root, linha de comando, e por ai vai.

OBS: Nunca esquecendo que deve-se desinstalar a versão do Firefox nativa da sua distribuição.  

Primeiro vamos fazer o download do Firefox e salvar no diretório home do usuário. Ao descompactá-lo, será gerado o diretório firefox onde estão os executáveis necessários para o funcionamento do navegador.  Basicamente é só abrir o diretório e clicar no executável firefox que seu navegador já estará funcionando, ou se quiser facilitar, crie um atalho na área de trabalho.
Essa é a dica bem simplista e útil para quem tem um sistema mono-usuário.

Agora se seu Linux tem multi-usuários ou você simplesmente quer caprichar e fazer com que pareça uma instalação nativa da distribuição, segue a dica:
Abra um console e como root (su+senha do root), mova o diretório firefox do seu diretório home para o diretório /opt. (ou qualquer outro diretório de sua preferência)

mv /home/seu_usuario/firefox /opt 

Agora vamos criar um link simbólico do executável do Firefox:

ln -s /opt/firefox/firefox /usr/bin/firefox

 Pronto, agora basta digitar "firefox" num console para invocar o Firefox, ou criar um atalho com o mesmo comando. Pra quem usa KDE, vou dar a dica de como criar entradas no menu Kickoff (menu K).

Clique com lado direito do mouse no menu K e escolha a opção Editar aplicativos e com isso abrirá o Editor de menus do KDE. Clique no meu Navegador da Web e escolha a opção Novo item e no campo Nome escreva o nome do item (ex: Navegador Web Firefox), e na opção Comando digite firefox. Agora escolha o ícone para o aplicativo que se encontra no próprio diretório do Firefox (/opt/firefox/browser/icons/mozicon128.png).





Se quiser criar entradas no painel, nos favoritos ou na área de trabalho, basta encontrar o item no meu K e clique com o lado direito do mouse sobre ele.





 Prontinho, agora é só desfrutar das atualizações em tempo real do seu Firefox. =)




19.3.12

Gerenciamento de Estrutura e Diretórios e alguns comandos do Linux


Estrutura de Diretórios do Linux

/ - Diretório raiz do sistema.
/root - Diretório de trabalho do superusuário (root)
/boot - Contém o kernel e todos os arquivos necessários para a inicialização do sistema.
/bin - Contem aplicativos e utilitários do sistema.
/sbin - Contem ferramentas de configuração e manutenção do sistema
/lib - Contem as bibliotecas compartilhadas do kernel
/dev - Contem todos os dispositivos do sistema, tais como pendrive, hd externo, dvdrom, etc.
/etc - Contem todos os arquivos relacionado às configurações do sistema.
/tmp - Diretório reservado para os arquivos temporários utilizados pelas aplicações.
/media - Diretório reservado para montagem de dispositivos (pendrives, hd externos, etc)
/proc - Contem informações sobre os processos em execução no sistema.
/usr - Programas de usuários, sistema de Janelas (parte gráfica), jogos, etc.
/var - Contem arquivos de dados variáveis, como o logs do sistema.
/opt - Diretório reservado para instalação de aplicativos de terceiros. (ex. OpenOffice)

Não tenha medo dessa tela, ela é mais útil do que você imagina


Gerenciamento de Arquivos

Neste tópico o objetivo é fazer que o usuário seja capaz de utilizar com os comandos básicos do sistema Linux em console, tais como: movimentação em diretórios, listar arquivos e diretórios, trabalhar com metacaracteres, criar e remover arquivos e diretórios, copiar arquivos e diretórios, mover e renomear arquivos e diretórios, trabalhar com hard links e com links simbólicos.

MetaCaracteres: Caracteres utilizados para facilitar a operação com arquivos e diretórios. Existem quatro grandes grupos de metacaracteres mais utilizados em sistemas Linux. São eles:

* - Qualquer carácter em qualquer quantidade.
? - Qualquer carácter em quantidade 1.
[ ] - Lista de caracteres que fazem parte do nome do arquivo.
{ } - Sequência de caracteres separada por vírgula que fazem parte do nome do arquivo.

Exemplos:

ls -la * - Mostra todos os arquivos e diretórios, inclusive ocultos.
ls arquiv? - Mostra todos arquivos e diretórios que comecem com arquiv e tenham um único carácter completando seu nome.
ls arq[123] - Mostra todos arquivos e diretórios que comecem com arq e tenham um único carácter completando seu nome que pode ser 1, 2 ou 3.
ls arq{123,4,5} - Mostra todos os arquivos e diretórios que comecem com arq e tenham como complemento do seu nome 123, 4 ou 5.


Comandos básicos para gerenciamento de Arquivos e Diretórios

cd - Mudar ou acessar diretórios.

ls
- Listar arquivos e diretórios.
Opções:
ls -l - Formato longo.
ls -a - Mostrar arquivos ocultos.
ls -h - Formatar tamanho dos arquivos.

mkdir - Criar diretórios no sistema.
Opções:
mkdir -p : Criar árvore de diretórios e subdiretórios.

rmdir : Remover diretórios vazios.
Opções:
rmdir -p - Remover árvore de diretórios vazios.

cp : Copiar arquivos e diretórios.
Opções:
cp -a - Preserva permissões de arquivos e diretórios.
cp -b - Faz backup antes de sobrescrever arquivo ou diretório de destino.
cp -i - Solicita confirmação antes de sobrescrever arquivos ou diretórios de destino.
cp -r - Copiar árvore de diretórios recursivamente.

mv - Mover arquivos e diretórios.
Opções:
mv -b - Faz backup antes de sobrescrever arquivo ou diretório de destino.
mv -i - Solicita confirmação antes de sobrescrever arquivos ou diretórios de destino.
mv -r - Mover árvore de diretórios recursivamente.

rm
- Remove arquivos e diretórios.
Opções:
rm -i - Solicita confirmação antes de remover arquivos ou diretórios.
rm -r - Remover árvore de diretórios recursivamente.
rm -f - Remover sem confirmação (force).

ln - Criar links.
Opções:
ln -s - Criar links simbólicos.



18.11.11

Veja comparação entre os sistemas Linux e Windows

ESTABILIDADE:


A estabilidade é uma das maiores virtudes do Linux. Sua arquitetura de processos é transparente. O kernel modularizado permite rodar processos com independência, e é raro que o sistema caia. É o sistema operacional líder absoluto nos supercomputadores.

O Windows alcançou um alto nível de estabilidade e confiabilidade, e o Windows 7 chegou para superar este padrão. A nova versão traz novos recursos de autorreparo e monitores de desempenho.

USO DE PROCESSAMENTO E MEMÓRIA:

O Linux foi projetado para fazer uso inteligente dos recursos de qualquer máquina, funcionando tanto em máquinas com vários gigabytes de memória como em celulares com poucos kilobytes de capacidade. Tendo também a partição de swap (troca) em uma partição separada.

O Windows permite que programas de uso mais frequentes sejam abertos mais rapidamente. Também é possível aumentar (de forma duvidosa) o desempenho do computador adicionando uma memória flash na porta USB. A swap é criada em um arquivo.

COMPATIBILIDADE COM PERIFÉRICOS

O ambiente reconhece a grande maioria de periféricos. A dificuldade está no acesso às frações de código, e parte dos dispositivos têm suporte de detecção e uso construídos à base de engenharia reversa. Embora nas ultimas versões do kernel, é possível fazer uma instalação quase que total dos periféricos atuais.

No Windows novos periféricos poderão ser atualizados através das atualizações automáticas. Não tendo exito, basta usar o driver fornecido pelo fabricante do hardware.

USABILIDADE E AMBIENTE GRÁFICO

Estima-se que existam para o Linux cerca de 50 projetos de ambiente gráfico. KDE e GNOME são os destaques. São personalizáveis e bonitos, e possuem uma boa gama de softwares complementares.

O Windows mantem a mesma interface, porem melhorada nessas ultimas versões. Essa facilita o acesso e a visualização das informações, com os comandos e a usabilidade das versões anteriores do Windows.

MÍDIA DIGITAL:

É um velho mito que o Linux não suporta uma série de formatos ou não possui softwares de edição profissional. Existe uma grande variedade de softwares do gênero, e que suportam todos os formatos de vídeo e áudio populares, DVDs, legendas, áudio e vídeo compactados etc.

O Windows possui diversos recursos para gerenciar mídias digitais. Com o Media Center é possível gerenciar fotos, música, vídeos, TV e internet de forma simples e fácil. Outros recursos como gravação de DVDs, criação e edição de vídeos e imagens são agora recursos nativos. Mas ainda assim existe a dificuldade para utilização de outros formatos de áudio e vídeo, que não sejam dos padrões da Microsoft.

INTERNET:

O Linux é muito mais seguro e confiável que outras plataformas. O crescimento do Mozilla Firefox e o uso dos padrões web pelos webdesigners têm sido as maiores contribuições para uma Internet mais íntegra e plural.

O novo Internet Explorer protege as informações do usuário contra ameaças virtuais com recursos que isolam o browser e impedem o acesso ao sistema. Mas mesmo em novas versões, o browser não consegue manter-se de acordo com os padrões web.

FERRAMENTAS DE ESCRITÓRIO:

Existem várias suítes de escritório realmente consolidadas para Linux, compatíveis com os documentos de várias outras ferramentas e com as mesmas funcionalidades.

A busca integrada do Vista auxiliará a reduzir o tempo gasto com a busca de informações. O Office 2007 também auxiliará as pessoas a trabalhar mais rápido e melhor.

JOGOS E ENTRETENIMENTO:

Vários jogos clássicos possuem "remakes" para Linux, e os mais novos podem ser rodados com ferramentas de emulação, que tornam possível que qualquer jogo para Windows seja executado normalmente no Linux.

O Windows é uma plataforma líder para jogos. No campo de entretenimento, o Media Center tem a função de centralizar todas as mídias digitais e TV.

PROCESSO DE INSTALAÇÃO:

Mesmo sem nunca ter ouvido falar de Linux, um usuário pode instalar um novo sistema completo e funcional em apenas 15 minutos. Os LiveCDs e LiveUSB's, possibilitam ao usuário testar o sistema sem precisar instalá-lo.

O processo de instalação do Windows foi bem facilitado, e mesmo possuindo uma mídia de instalação cinco vezes maior que a do Windows XP por exemplo, na sua ultima versão é instalado no mesmo tempo ou até mais rápido do que as suas versões anteriores.

CUSTO PARA O USUÁRIO FINAL:

O Linux é sempre mais barato à versão proprietária equivalente, pois o desenvolvimento colaborativo distribui os custos. O usuário final pode, então, desfrutar de um sistema tão completo quanto qualquer outro.

Para o Windows, os preços são divulgados ao lançamento de suas versões. Em suas ultimas versões, a versão Professional tem custado entre US$ 199 e US$ 299.

10.5.09

Corrigindo o Bug 408252 do OpenSUSE 11.1


Como sempre, nunca atualizo meu OpenSUSE logo após um novo Release, só ontem que resolvi instalar o 11.1 e ainda começando pelo notebook.
Tudo legal, boot mais rápido, placa de vídeo problemática resolvido (SIS 671), wireless redondinho (apos compilar o kernel, lógico) tudo beleza ate a hora que fui "ripar" um CD, dava erro de permissão no dispositivo de CD/DVD.
Após muito tempo procurando uma solução, descobri no bugzilla da Novell que esse era um Bug na distro. Não consigo entender como pôde passar desapercebido um Bug tão óbvio, talvez ninguém tenha gravado algum CD ou DVD no período de testes :(
Mas tudo bem, a distro é excelente e a solução é bem simples. Vou apenas exemplificar o método citado no Bugzilla:

Como root, abra um editor de texto de sua preferencia e crie um arquivo de texto no diretório /etc/udev/rules.d chamado 99-udev-defaults.rules com o seguinte conteúdo:

99-udev-default.rules:KERNEL=="sr0", NAME="%k", MODE="666"

Salve o arquivo e reinicie o sistema, agora você poderá gravar seus CD' s e DVD's tranquilamente no OpenSUSE 11.1.