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Linguagem simples
Usarei uma linguagem simples nos textos para que qualquer usuário novato/leigo possa interagir facilmente com o Linux.
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Usar esse blog para auxiliar o iniciante, para aquele que encontra duvidas em relação ao uso do Linux.
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Corrigindo o Bug 408252 do OpenSuSE 11.1
Domingo, 10 de Maio de 2009
Como sempre, nunca atualizo meu OpenSuSE logo após um novo Release, só ontem que resolvi instalar o 11.1 e ainda começando pelo notebook.
Tudo legal, boot mais rapido, placa de video problematica resolvido (SIS 671), wireless redondinho (apos compilar o kernel, lógico) tudo beleza ate a hora que fui "ripar" um CD, dava erro de permissão no dispositivo de CD/DVD.
Após muito tempo procurando uma solução, descobri no bugzilla da Novell que esse era um Bug na distro. Não consigo entender como pôde passar desapercebido um Bug tão óbvio, talvez ninguem tenha gravado algum CD ou DVD no periodo de testes :(
Mas tudo bem, a distro é execelente e a solução é bem simples. Vou apenas exemplificar o metodo citado no Bugzilla:

Como root, abra um editor de texto de sua preferencia e crie um arquivo de texto no diretorio /etc/udev/rules.d chamado 99-udev-defaults.rules com o seguinte conteudo:

99-udev-default.rules:KERNEL=="sr0", NAME="%k", MODE="666"

Salve o arquivo e reinicie o sistema, agora você poderá gravar seus CD' s e DVD's tranquilamente no OpenSuSE 11.1.


© Marcio Miranda
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

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posted by Marcio Miranda @ 10.5.09   0 comments
Internet Explorer perde liderança na Europa para Firefox
Quarta-feira, 1 de Abril de 2009

A Microsoft perdeu na semana passada a liderança do mercado europeu de navegadores pela primeira vez em anos. O Firefox 3, do Mozilla, assumiu a posição do Internet Explorer 7, informou a empresa de pesquisa StatCounter nesta terça-feira (31).

O Firefox 3, da Mozilla Foundation, tinha 35,05% do mercado europeu de software para navegação na internet na semana passada, seguido pelo Internet Explorer 7 com 34,54%.

"A mudança é parcialmente explicada por uma pequena troca do uso do Internet Explorer 7 pelo Internet Explorer 8, mas também pela crescente participação de mercado do Firefox 3", disse Aodhan Cullen, diretor-execeutivo da StatCounter, em um comunicado.

"Os números mostram que o Firefox está se aproximando e agora está apenas 10% atrás de todas as versões do Internet Explorer na Europa", acrescentou Cullen.

Em fevereiro, o Internet Explorer 7 teve uma participação de mercado de 41%, seguido pelo Firefox 3 com 24%, de acordo com a StatCounter.


Fonte: G1 Tecnologia

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posted by Marcio Miranda @ 1.4.09   1 comments
Usando o ext4 no OpenSUSE 11.x
Sábado, 21 de Fevereiro de 2009
Recentemente comprei um HD novo para meu PC e, como era pra substituir o de backup, resolvi testar o novissimo sistema de arquivos ext4. Como meu kernel está bem atualizado em relação ao default, pude me dar ao luxo de usar essa belezinha.
O ext4 está disponivel na sua versão estável à partir do kernel 2.6.28, então para que possamos usa-lo é obrigatorio (caso sua versão seja anterior) compilar/atualizar seu kernel para essa versão (ou superior) e habilitar o suporte ao ext4. (File systems/The Extended 4 (ext4) filesystem)
Para ter total aproveitamento das novidades do novo ext4, tive que atualizar as ferramentas de manutenção do file system, no caso o
e2fsprogs.

Como uso o OpenSUSE 11.0, o e2fsprogs nativo não era compativel com o ext4, então fui procurar um RPM para poder atualiza-lo e como não encontrei tive que baixar os fontes e compila-los com o checkinstall e criar um pacote RPM para atualizar o e2fsprogs.
Depois de feito o procedimento de atualização do kernel e da instalação do e2fsprogs, vamos criar partição no HD novo. Vamos primeiro identificar o HD:


# fdisk -l

Disk /dev/sdb: 1
000.2 GB, 1000204886016 bytes 255 heads, 63 sectors/track, 121601 cylinders Units = cylinders of 16065 * 512 = 8225280 bytes Disk identifier: 0x00000000


Indentificamos o dispositivo (/dev/sdb) , agora vamos criar a partição com o utilitario cfdisk:


# cfdisk /dev/sdb


Caso o HD seja novo (como o meu caso) , basta escolher a opção "New", depois escolher "Primary" e apenas pressionar "Enter" para indicar que vamos utilizar o espaço todo.
Com a partição criada, vamos em "Type" e digitar "83" (sem as aspas), para que a partição seja do tipo LINUX.
Depois disso, basta ir na opção "Write" e depois "yes" para gravar e depois em "Quit" para sair. Agora com a nova partição criada, vamos formata-la com o comando mkfs.ext4:


# mkfs.ext4 /dev/sdb1


Pronto. O HD novo já esta formatado com o novo sistema de arquivos ext4, agora precisamos montar a partição. No meu caso como usava o HD antigo no /home ficou assim:


# mount -t ext4 /dev/sdb1 /home


Para automatizar a montagem da partição, vamos editar o arquivo /etc/fstab (como root) e inserir a seguinte linha:


/dev/sdb1 /home ext4 defaults 00

OBS: Não usei o Yast para esse fim porque ele não reconhece o ext4, pelo menos no 11.0 não reconhece.

Salve o arquivo, reinicie o sistema e pronto.






O que percebi foi o aumento da velocidade na transferência de arquivos. Mas existe mais vantagens sobre o ext3:

File system Gigante;
Melhorias na pré-alocação;
Tempo de alocação extendido;
Maior números de subdiretórios;
Checksum para o Journaling;
Desfragmentação On-Line;
Ferramenta
Undelete;
Checagem rápida do file-system.


Mais detalhes em http://www.guiadohardware.net/artigos/ext4/


© Marcio Miranda
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

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posted by Marcio Miranda @ 21.2.09   0 comments
Acessando o Servidor X remotamente em uma rede Linux
Quarta-feira, 12 de Novembro de 2008
Como foi dito no artigo anterior, é extremamente facil configurar o X Window System para ser acessado remotamente. Embora fizemos o procedimento para ser acessado de um terminal Windows, de um terminal Linux ainda é mais facil fazer o acesso.

Vamos criar o seguinte ambiente: Temos um servidor Linux (openSUSE 11) e precisamos configurar a estação Linux para acessar o X Window System desse servidor.
Vamos montar uma estação bem antiga, com poucos recursos pois (como ja foi dito no artigo anterior) o processamento será feito no Servidor e não na estação.
Para montar a estação, peguei algumas sucatas aqui no meu laboratorio e o resultado foi um celerom 300 MHZ, 128 MB ram (1 pente 64 MB + 2 de 32 MB), rede Realtek PCI 8139, motherboard XCell 2000, HD 2.1 GB. E instalei o (saudoso) Conectiva 8.


Alguém se lembra?

Uma das vantagens de acessar o X em uma rede Linux é não ter que instalar nenhum programa adicional, usaremos apenas um terminal para fazer o acesso remoto. Em quase todas distribuições Linux já vem configurado por padrão acessar, através do modo texto, até 6 terminais.



Agora vou abrir o terminal 1 no Conectiva 8 e digitar o seguinte comando: X :1 -query 192.168.1.3
Onde:
:1
= terminal usado para fazer o acesso remoto.
192.168.1.3 = numero de IP do servidor.

Resultado: meu desktop no Conectiva 8.




O resultado de tudo isso é mostrar a viabilidade do Linux. Digamos que você tenha uma aplicação em algum servidor Linux e que todas as outras estações precisam executá-la, você pode configurar para que as estações acessem o X Window System desse servidor sem comprometer os recursos do terminal. Sem falar na economia de hardware, pois, os terminais podem ser montados com hardwares que praticamente não servem para nada. Basta ter recursos suficientes no servidor para suportar os terminais conectados a ele.



© Marcio Miranda
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posted by Marcio Miranda @ 12.11.08   2 comments
Acessando o Servidor X remotamente em uma rede Windows
Sábado, 8 de Novembro de 2008
Recentemente tive a necessidade de montar um servidor de arquivos Linux para um cliente e, por questão de economia, o servidor não deveria ter monitor. A principio quando fosse fazer alguma manutenção, teria que ligar um monitor ao servidor mas isso seria extremamente trabalhoso. Daí pensei: Porque não acessar o servidor de um terminal?

A rede era composta de 7 terminais com Windows XP e um servidor de arquivos Linux (openSUSE 11.0) no ambiente KDE.

As configurações embora muito simples, trazem um resultado bastante satisfatório. Algo semelhante no mundo Windows seria o Terminal Server ou algo parecido com o VNC, porém a versatilidade do
X Window System é insuperável.
A grande vantagem do X Window System é que ele pode ser Cliente/Servidor, ou seja: Ele pode ser executado tanto localmente como remotamente. Digamos que você tenha uma aplicação em algum Linux que todas as outras estações precisam executá-las também, você pode configurar para que estas estações acessem o Servidor X onde está esta aplicação. As estações podem funcionar apenas localmente, remotamente ou das duas formas. Quem vai determinar isso é o administrador.
Pegando como exemplo uma estação antiga, com poucos recursos, pode ser configurada para acessar o ambiente gráfico num Servidor X Window System sem comprometer seus recursos, pois o processamento é feito no Servidor e não na estação.

Vamos ficar apenas no ambiente citado, 7 terminais XP e um servidor Linux. Nessa primeira etapa, nosso trabalho se resume em alterar no servidor Linux (como root) apenas 2 arquivos: O Xaccess e o kdmrc.

Vamos editar primeiro o arquivo Xaccess que se encontra no diretório /etc/X11/xdm/. Com um editor de textos de sua preferência, apague o comentário ( # ) das seguintes linhas:

#any host can get a login window

*CHOOSER BROADCAST #any indirect host can get a chooser

Algo assim:

Salve o arquivo. Agora vamos editar o arquivo kdmrc que se encontra no diretório /opt/kde3/share/config/kdm. Enquanto buscava informações na web de como fazer esse procedimento, vi varios exemplos do arquivo kdmrc, porém no openSUSE 11.0 esse arquivo não tinha as mesmas opções de configurações, daí pude perceber uma copia de backup desse arquivo (kdmrc.bak) no mesmo diretório. Não entendi porque dessa copia, até então não tinha feito nenhuma alteração no kdmrc, isso deve ser alguma “arte” do yast.
Sabendo disso, vamos renomear o arquivo kdmrc para kdmrc~ ou kdmrc.old depois renomear o arquivo de backup kdmrc.bak para kdmrc. Com um editor de textos de sua preferência, procure a sessão Xdmcp, apague o comentário ( # ) na linha Enable=false e mude para Enable=true.

Salve o arquivo, reinicie o X (Ctrl+Alt+Backspace). Pronto, no servidor Linux esta terminado as configurações.

Para acessar o servidor através do Windows, temos que instalar o software Xmanager (muito pratico na minha opinião). Depois de instalado, execute o programa Xbrowser.

Embora tenha feito todo esse procedimento na empresa do cliente, esse texto foi elaborado em meu laboratório. Então tive a curiosidade de colocar mais uma maquina Linux na rede, provando assim que é possível usar esse tutorial em qualquer distro desde que use o KDM como gerenciador de login padrão. A distro usada foi o CentOS 5.2 que basicamente só muda a localização dos arquivos de configuração (ambos em /usr/share/config/kdm).

Tela do openSUSE no terminal XP:


Agora o CentOS:


O resultado de tudo isso foi criar a possibilidade de manter o servidor em um local seguro e livre de monitor, mouse e teclado. Realmente em termos de acesso remoto no Linux essa foi a melhor ferramenta que já usei, leve, pratica e eficiente. E o melhor: ferramenta nativa do sistema ;) .



© Marcio Miranda
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posted by Marcio Miranda @ 8.11.08   2 comments
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